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 Olá gente linda!

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demi1986
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MensagemAssunto: Olá gente linda!   6/4/2017, 05:19

Olá pessoal!

Resolvi contar um pouco da minha trajetória até aqui, falar um pouco sobre mim, sobre minhas preferências, gostos, recente descoberta. Enfim, senta que lá vem história! haha

Antes de mais nada, espero que vocês me perdoem se eu empregar algum termo incorretamente, ou usar algum outro que não se encaixa. Conheço o termo assexual (ou assexuado como estava acostumado até então) já há algum tempo, porém o conceito/definição mesmo conheci há poucos dias, então isso é bem novo pra mim, tanto quanto entender que me enquadro de certa forma no perfil.

Meu nome é xxxx (perguntem via MP caso tenham interesse, não me sinto confortável quanto à exposição pública), tenho 30 anos, trabalho autônomo com design e concept art, sou carioca e vivo no Rio de Janeiro, e hoje me defino como demissexual homorromântico.

Minha vida sexual sempre foi um pouco confusa, sobretudo porque durante muitos anos convivi com uma confusão de gênero. Especificamente dos meus 13 anos mais ou menos até meus 29 me questionei muito se eu me encaixava de fato na identificação do gênero masculino, meu gênero biológico, ou se deveria fazer a transição para o gênero feminino. Acabei criando distorções e vendo muitas vezes uma mulher reprimida dentro de mim. Ao mesmo tempo sempre estive muito confuso com o fato de tomar esta dura decisão (e encarar a sociedade) ou permanecer no gênero masculino. Na verdade sempre enxerguei que meu corpo me possibilitava ir para ambos os lados, e eu deveria escolher um e trabalhar para enaltecer as características da minha escolha. Sentia que poderia estar confortável em ambos, mas me torturava tanto o fato de estar no meio termo, quanto o fato de, ao tomar uma escolha correr o risco de me arrepender e não poder reverter. Esse conflito um pouco inexplicável me torturou por anos e isso fez com que eu sempre me sentisse bastante desconfortável quanto ao meu corpo e, sobretudo, quanto à expô-lo para outras pessoas.

No passado tive um comportamento mais alosexual. Não exatamente que eu tivesse esse furor sexual, mas queria estar na companhia de outras pessoas, queria poder experimentar o toque, e visto que nossa sociedade é extremamente sexual não conhecia outras formas de relacionamento que não corroborassem ou se iniciassem, necessariamente, pelo sexo. Entretanto por conta desse meu desconforto com o corpo, pela falta de identificação, não aceitação própria e mesmo confusão, a prática sexual sempre foi um tormento. Nunca atingi o orgasmo na presença de outra pessoa. Experimentei transas com homens e mulheres, tive relacionamentos afetivos com ambos também. Nunca tive essa necessidade de fazer sexo, mas a confusão e carência somadas à erotização social que vivemos me levava à prática.

Por fim, cansado das tentativas sempre falhas, das frustrações de nunca atingir a plenitude do ato, acabei tomando a decisão de me recluir de todo tipo de envolvimento sexual e afetivo, isso por volta dos meus 23 anos. Nos primeiros anos sofri demais. Achava que dava valor ao sexo, ao orgasmo, mas sobretudo sentia falta de estar com alguém, de ter intimidade com outra pessoa, dividir minha vida. Enfim, sentia falta de alguém que pudesse somente me aceitar e conviver comigo, alguém que pudesse trocar confiança. E sempre sentia que num relacionamento o sexo necessariamente deveria estar envolvido, e que pra conhecer pessoas com as quais eu pudesse conviver eu deveria necessariamente estar aberto sexualmente, e como em virtude dos meus conflitos pessoais eu não estava, a chance de ter um relacionamento afetivo era nula.

Entretanto, com o tempo, a situação mudou. O sofrimento por falta sexual (que em fato nunca foi exatamente o ponto) acabou se tornando na verdade um total desinteresse. Não repulsa. Não que eu tenha desenvolvido nojo ou que jamais estaria aberto à prática, mas simplesmente desinteresse. Passei a conviver tranquilamente com isso. Não era mais algo que eu idealizava pra mim ou que sentisse falta. Nem mesmo vontade. Absolutamente nenhum sofrimento envolvido na opção pela abstinência. Entretanto a vontade de estar com alguém nunca me deixou. Considero que sou muito romântico neste sentido.

Aos meus 29 parece que tudo mudou quanto ao meu conflito de gênero. Subitamente eu simplesmente me aceitei como uma pessoa do gênero masculino. Entendi que o corpo de cada um é algo muito singular, que as pessoas não se encaixam em padrões, que eles são muito voláteis e superficiais, e que tá tudo bem se eu for um homem com certos traços femininos. Não estou super resolvido quanto à minha forma perante os outros, mas ao menos internamente estou tranquilo quanto ao fato de ser homem. Sim, é isso o que eu definitivamente sou. Um homem com alguns traços, físicos e, sobretudo, psíquicos, do universo feminino. Me sinto completo e interessante da maneira que sou.

Então, há uns meses atrás entrei na empreitada de encontrar um parceiro. Criei uma conta no famigerado tinder. Foi um longo processo de enrolações, ativações e desativações de perfil, furos de encontro e DRs com desconhecidos até finalmente decidir encontrar alguém do aplicativo. Na semana passada me encontrei com um cara. Trocamos ideia num bar e então fomos para a casa dele. Para mim sempre foi implícito que encontros deste tipo deveriam necessariamente culminar em sexo. Uma bobagem, mas é o que o outro sempre espera. E como o que tenho hoje é um desinteresse e não repulsa, e como sim, eu tenho alguma libido, apenas pensei, 'por que não'?

Foi um fracasso, é claro. Nunca me senti tão confortável com o meu corpo perante outra pessoa como nesse dia. O problema definitivamente não era meu corpo mais. É claro, um problema que carrego por pouco mais da metade da minha vida não está totalmente resolvido. Não estava TOTALMENTE confortável com relação à isso. Claro, estava sentindo um pouco de desconforto, um pouco de vergonha, porém realmente mínimo e muitíssimo pequeno comparado à todas as vezes que havia passado por isso no passado. O problema ali era de desinteresse. Os beijos não pareciam tão interessantes como no passado. Os toques não eram tão excitantes como já foram. O sexo oral me pareceu ridiculamente sem graça. Além disso, de fato, o cara não era nem de longe tudo o que eu tinha depositado de expectativa. Não era um cara super legal, cheio de assuntos interessantes, de forma nenhuma "o cara dos meus sonhos". E aquela trepada me soava muito mais como uma obrigação de cumprir um protocolo do que a consumação de algo muito desejado. Resumo da ópera: 4 tentativas de transa que não se concluíram. 4 broxadas.

Tentamos assim que chegamos. O clima esquentou. A coisa tava boa. E de repente, perdi o interesse. Deitamos, demos um tempo, começamos a nos tocar de novo, comecei a me "animar" de novo. Começamos tudo de novo, e então de repente tudo ficou sem graça de novo, e perdi a vontade. Dormimos. Pela manhã a mesma coisa. As preliminares me excitaram, mas logo tudo perdeu a graça. Saímos pra almoçar, voltamos, acabou acontecendo mais uma vez. E então, naquele momento eu simplesmente compreendi que minha aspiração pro sexo mudou totalmente. Não sou mais um cara que estaria disposto a transar a qualquer momento e que apenas não concluiria as coisas por um desconforto psicológico, mas por uma inadequação/desconexão afetiva com o ato. E não é que necessariamente eu perdi a libido. Apenas senti que faltava muito mais pra que um ato sexual fizesse sentido.

Por fim, há uns 3 dias atrás acabei caindo em uma entrevista sobre assexualidade no youtube, comecei a compreender por alto o conceito e me enquadrar em diversos aspectos. Entendo que essa questão de sexualidade é muito fluida e que não necessariamente nascemos e morremos de tal maneira, então discordo da ideia de que um assexuado sempre se identificou assim. Acho que viver é uma descoberta, gostos mudam, coisas vêm e vão, e nesse momento me sinto muito nessa condição. Sinto que seria feliz em um relacionamento quase sem sexo, quero dizer, um relacionamento onde não há obrigatoriedade nem de ter, nem de não ter, sem essa beijação desacerbada que os casais usuais parecem não conseguir viver sem. Na verdade sempre fui meio assim. Sempre coloquei como prioridade num relacionamento outras coisas. Sempre fui muito mais inclinado pra um carinho, um abraço, uma presença, boas conversas, do que essa coisa de ficar beijando o tempo todo. Sempre achei isso meio "chato" e meio que "perda de tempo" haha.

E então, basicamente, é tudo isso. rs

Gostaria sim de conhecer pessoas interessantes, bacanas, que tenham sonhos, objetivos, prazeres simples, de tentar um relacionamento onde haja profundidade, companheirismo, carinho mútuo, pressão zero de qualquer natureza, mas que estejam abertas a descobrir e se descobrir, que tenham respeito, que possam lidar com diferenças, assim como eu também posso. Enfim... jogando aqui pro ar que se alguém do Rio se interessar em me conhecer pode me mandar uma MP, ficarei super feliz de poder trocar uma ideia sorrindo

Beijos a todos e desculpem ser tão extenso. Senti vontade de fazer uma introdução um pouco mais profunda sobre mim, sei lá porque... haha
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demi1986
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MensagemAssunto: Re: Olá gente linda!   6/4/2017, 19:21

Gente, me dá um oi aí! haha
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Fernando
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MensagemAssunto: Re: Olá gente linda!   6/4/2017, 21:42

Seja bem vindo, sr. xxxx sorrindo bolo bolo
Interessante sua história. Espero que goste do fórum.
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Hinagiku
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MensagemAssunto: Re: Olá gente linda!   7/4/2017, 13:17

Bem vindo Senhor XXX!!!
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Alis-
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MensagemAssunto: Re: Olá gente linda!   7/4/2017, 19:01

Olá, seja bem vindo! Introdução super completa, gostei hhaha' Espero que não se importe com meus pitacos.

demi1986 escreveu:
Olá pessoal!

Resolvi contar um pouco da minha trajetória até aqui, falar um pouco sobre mim, sobre minhas preferências, gostos, recente descoberta. Enfim, senta que lá vem história! haha

Antes de mais nada, espero que vocês me perdoem se eu empregar algum termo incorretamente, ou usar algum outro que não se encaixa. Conheço o termo assexual (ou assexuado como estava acostumado até então) já há algum tempo, porém o conceito/definição mesmo conheci há poucos dias, então isso é bem novo pra mim, tanto quanto entender que me enquadro de certa forma no perfil.

Bom, a gente está aqui para aprender mesmo. Como você disse "assexual" imagino que já encontrou uma explicação porque não usamos assexuado mais né? (a gente ainda encontra esse termo por aí, mas assexuado são seres sem órgão sexual, o que não é nosso caso).

demi1986 escreveu:
Meu nome é xxxx (perguntem via MP caso tenham interesse, não me sinto confortável quanto à exposição pública), tenho 30 anos, trabalho autônomo com design e concept art, sou carioca e vivo no Rio de Janeiro, e hoje me defino como demissexual homorromântico.

Minha vida sexual sempre foi um pouco confusa, sobretudo porque durante muitos anos convivi com uma confusão de gênero. Especificamente dos meus 13 anos mais ou menos até meus 29 me questionei muito se eu me encaixava de fato na identificação do gênero masculino, meu gênero biológico, ou se deveria fazer a transição para o gênero feminino. Acabei criando distorções e vendo muitas vezes uma mulher reprimida dentro de mim. Ao mesmo tempo sempre estive muito confuso com o fato de tomar esta dura decisão (e encarar a sociedade) ou permanecer no gênero masculino. Na verdade sempre enxerguei que meu corpo me possibilitava ir para ambos os lados, e eu deveria escolher um e trabalhar para enaltecer as características da minha escolha. Sentia que poderia estar confortável em ambos, mas me torturava tanto o fato de estar no meio termo, quanto o fato de, ao tomar uma escolha correr o risco de me arrepender e não poder reverter. Esse conflito um pouco inexplicável me torturou por anos e isso fez com que eu sempre me sentisse bastante desconfortável quanto ao meu corpo e, sobretudo, quanto à expô-lo para outras pessoas.

Bom, do meu ponto de vista, questão de gêneros são construídas socialmente. Coisas que temos como "feminino" e "masculino" são coisas que construímos para ser femininas e masculinas, não são algo inerente ao corpo. Então, vamos ter características tidas como masculinas e características tidas como femininas, independente do nosso gênero. Eu, por exemplo, sou mulher, já tive alguns problemas em relação ao meu gênero também, por ter uma visão mais masculina de mim, foi uma luta pra aceitar e entender que tudo bem ter características de ambos os sexos. Imagino que você também tenha passado por uma situação parecida.

Se te interessar, dá uma lida em animus e anima, na teoria de um psicólogo chamado Carl Jung. Quando você disse "mulher reprimida dentro de mim" eu me lembrei da teoria desse cara, e tem tudo a ver com o que você falou. Um spoiler: Jung acreditava que uma pessoa só poderia ter sua psique integrada, ou seja, viver bem consigo mesmo (sentir-se completo), se aceitasse as partes masculinas e femininas dentro de si. Uma mulher deveria aceitar seu animus, a parte masculina; e um homem, sua anima, a parte feminina; Estou te dando um resumão, mas vale muito a pena ler o que esse cara tem a dizer sobre o assunto.

demi1986 escreveu:
No passado tive um comportamento mais alosexual. Não exatamente que eu tivesse esse furor sexual, mas queria estar na companhia de outras pessoas, queria poder experimentar o toque, e visto que nossa sociedade é extremamente sexual não conhecia outras formas de relacionamento que não corroborassem ou se iniciassem, necessariamente, pelo sexo. Entretanto por conta desse meu desconforto com o corpo, pela falta de identificação, não aceitação própria e mesmo confusão, a prática sexual sempre foi um tormento. Nunca atingi o orgasmo na presença de outra pessoa. Experimentei transas com homens e mulheres, tive relacionamentos afetivos com ambos também. Nunca tive essa necessidade de fazer sexo, mas a confusão e carência somadas à erotização social que vivemos me levava à prática.

Nossa sociedade tem uma questão muito forte com sexo. Parece que tudo converge para o ato sexual, ou tem relação com ele. É normal que a gente acabe ou se deixando levar pela maré, ou se sentir um peixe fora d'água por não fazer parte dela.

demi1986 escreveu:

Então, há uns meses atrás entrei na empreitada de encontrar um parceiro. Criei uma conta no famigerado tinder. Foi um longo processo de enrolações, ativações e desativações de perfil, furos de encontro e DRs com desconhecidos até finalmente decidir encontrar alguém do aplicativo. Na semana passada me encontrei com um cara. Trocamos ideia num bar e então fomos para a casa dele. Para mim sempre foi implícito que encontros deste tipo deveriam necessariamente culminar em sexo. Uma bobagem, mas é o que o outro sempre espera. E como o que tenho hoje é um desinteresse e não repulsa, e como sim, eu tenho alguma libido, apenas pensei, 'por que não'?

Olha só, apesar da ideia do Tinder ser a de encontrar pessoas para se relacionar, ele acaba sendo usado muitas vezes como um aplicativo para encontrar pessoas para fazer sexo casual. Claro que você pode encontrar um parceiro que queira o mesmo envolvimento que você, pelo aplicativo, mas as chances são um pouco baixas. Você não acha mais adequado procurar em outros lugares, já que seu interesse não é sexo?

demi1986 escreveu:

Por fim, há uns 3 dias atrás acabei caindo em uma entrevista sobre assexualidade no youtube, comecei a compreender por alto o conceito e me enquadrar em diversos aspectos. Entendo que essa questão de sexualidade é muito fluida e que não necessariamente nascemos e morremos de tal maneira, então discordo da ideia de que um assexuado sempre se identificou assim.

Concordo e discordo de você. Concordo que a sexualidade seja algo fluido, mas dizer isso implica também em dizer que um assexual pode deixar de ser assexual, e que uma pessoa "sexual" pode deixar de ser "sexual". Algumas pessoas nascem e morrem assim e ponto. E existem aqueles cuja sexualidade existe dentro de uma escala, e que sofre variações com o tempo. Nós usamos o termo "gray-a" (zona cinza) para falar dessas pessoas, que são pessoas cuja sexualidade não se encaixa nem na parte assexual nem na parte alossexual. Talvez o que você esteja sentindo agora seja uma variação da sua sexualidade nessa escala, o que não significa que todas as pessoas vão passar por variações do tipo, ok? Dizer isso é abrir brechas para pessoas aparecem com "cura ace" e absurdos do tipo, sem contar que reforça o preconceito daqueles que dizem que assexualidade é só uma fase, então... se a sexualidade da pessoa está sofrendo mudanças, ela está na zona cinza, beleza?


demi1986 escreveu:
Acho que viver é uma descoberta, gostos mudam, coisas vêm e vão, e nesse momento me sinto muito nessa condição. Sinto que seria feliz em um relacionamento quase sem sexo, quero dizer, um relacionamento onde não há obrigatoriedade nem de ter, nem de não ter, sem essa beijação desacerbada que os casais usuais parecem não conseguir viver sem. Na verdade sempre fui meio assim. Sempre coloquei como prioridade num relacionamento outras coisas. Sempre fui muito mais inclinado pra um carinho, um abraço, uma presença, boas conversas, do que essa coisa de ficar beijando o tempo todo. Sempre achei isso meio "chato" e meio que "perda de tempo" haha.


E então, basicamente, é tudo isso. rs

Gostaria sim de conhecer pessoas interessantes, bacanas, que tenham sonhos, objetivos, prazeres simples, de tentar um relacionamento onde haja profundidade, companheirismo, carinho mútuo, pressão zero de qualquer natureza, mas que estejam abertas a descobrir e se descobrir, que tenham respeito, que possam lidar com diferenças, assim como eu também posso. Enfim... jogando aqui pro ar que se alguém do Rio se interessar em me conhecer pode me mandar uma MP, ficarei super feliz de poder trocar uma ideia sorrindo

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Você vai encontrar muitas pessoas assim por aqui. Não se preocupe com o texto extenso, a gente gosta assim mesmo. Novamente, seja bem vindo!
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MensagemAssunto: Re: Olá gente linda!   29/6/2017, 13:54

Alis- escreveu:
Olha só, apesar da ideia do Tinder ser a de encontrar pessoas para se relacionar, ele acaba sendo usado muitas vezes como um aplicativo para encontrar pessoas para fazer sexo casual. Claro que você pode encontrar um parceiro que queira o mesmo envolvimento que você, pelo aplicativo, mas as chances são um pouco baixas. Você não acha mais adequado procurar em outros lugares, já que seu interesse não é sexo?

É, Tinder e assexualidade são duas coisas que não combinam. As pessoas que eu conheço que mais falam de Tinder têm o sexo como diversão predileta. Eu não quero nunca virar alvo delas, e eu percebo que sem o Tinder elas não necessariamente tem a mesma facilidade de iniciativa. Já fui alvo de uma dessas pessoas e a experiência foi desastrosa, a garota não sabia o que fazer da vida e queria preencher o vazio existencial com sexo. Me gerou muita aporrinhação.

Eu gosto de sociabilizar em piqueniques. As pessoas vão para conversar e comer (bolo também), e não para beber e transar. É uma forma de agir muito mais agradável.
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