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 Aprovação de postagens para o blog

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MensagemAssunto: Re: Aprovação de postagens para o blog   6/5/2014, 20:34

Se meu(inha) filho(a) é assexual, não seria mais apropriado levá-lo(a) a um especialista?

A assexualidade não é nenhuma doença ou mesmo manifestação de algum transtorno psicológico, mas não é um problema para o assexual procurar um especialista para analisar a questão e comprovar a sua saúde física e mental. Entretanto, devido ao fato do estudo da assexualidade ser algo contemporâneo, ainda são poucos os especialistas que possuem conhecimento sobre o tema, o que gera diversos casos de assexuais que procuram especialistas e recebem tratamento totalmente inadequado por despreparo profissional.






Acho bem complexo esse ponto. Pois a pessoa pode se considerar assexual por causa de algum transtorno e não "de nascença". O apoio de um psicólogo é bem interessante , se, é claro, o profissional tiver mente aberta.
O que deve ser explicado é que não se deve buscar um especialista para "curar" quem se considera assexual, mas sim para ajudar a se descobrir mais e melhor.
Buscar uma cura é absurdo, mas um apoio psicológico caso a pessoa se sinta muito deslocada devido a orientação sexual dela, acho bem válido.
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MensagemAssunto: Re: Aprovação de postagens para o blog   7/5/2014, 13:30

Felipebf escreveu:
Se meu(inha) filho(a) é assexual, não seria mais apropriado levá-lo(a) a um especialista?

A assexualidade não é nenhuma doença ou mesmo manifestação de algum transtorno psicológico, mas não é um problema para o assexual procurar um especialista para analisar a questão e comprovar a sua saúde física e mental. Entretanto, devido ao fato do estudo da assexualidade ser algo contemporâneo, ainda são poucos os especialistas que possuem conhecimento sobre o tema, o que gera diversos casos de assexuais que procuram especialistas e recebem tratamento totalmente inadequado por despreparo profissional.

Acho bem complexo esse ponto. Pois a pessoa pode se considerar assexual por causa de algum transtorno e não "de nascença". O apoio de um psicólogo é bem interessante , se, é claro, o profissional tiver mente aberta.
O que deve ser explicado é que não se deve buscar um especialista para "curar" quem se considera assexual, mas sim para ajudar a se descobrir mais e melhor.
Buscar uma cura é absurdo, mas um apoio psicológico caso a pessoa se sinta muito deslocada devido a orientação sexual dela, acho bem válido.

Concordo com você, mas perceba que em nenhum momento a resposta contradiz o que é proposto por você. O que é dito é que da mesma forma que o tratamento não é algo obrigatório, também não é algo que precisa ser totalmente dispensável, devendo ser dada a liberdade de escolha ao próprio assexual.

E por que foram feitas tantas ressalvas? Uma médica me disse que eu não poderia ser assexual por não ser um psicopata, ou seja, por eu ter sentimentos. Fui me consultar com o melhor psicanalista da minha cidade. Ele nem sabia o que era assexualidade e deu como possibilidade que eu poderia sentir atração por mim mesmo apenas pelo fato de praticar a masturbação. E pior é que esse tipo de coisa não acontece apenas comigo. Já li diversos relatos de pessoas que procuram profissionais e recebem diagnósticos bizarros. E é exatamente por isso que foi proposto o estudo da assexualidade por pesquisas de profissionais e de pessoas que entendam do assunto antes de procurar qualquer tratamento médico ou psicológico. Foi exatamente o que eu fiz e o que me deu base para rechaçar aquilo que eu sabia não ter uma base científica, mas sim preconceituosa.

Entretanto, se você achar que a redação dessa resposta está incorreta, podendo dar a entender uma ideia diferente daquela que eu e vocês queremos passar, pode ficar à vontade para propor uma nova redação.


Última edição por Saulo em 7/5/2014, 13:33, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Aprovação de postagens para o blog   7/5/2014, 13:32

Luna-Lena escreveu:
Nossa, ficou excelente! Parabéns a quem o escreveu! feliz 
Ai, se meus pais vissem esse texto... teriam uma epifania na hora!

Quando já estiver no nosso site, talvez você poderia dar uma indireta para que eles lessem, então  língua 
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MensagemAssunto: Re: Aprovação de postagens para o blog   7/5/2014, 19:50

Achei o texto bom, não li tudo ainda, mas acredito que deixar claro que sim, uma pessoa pode ter desvios comportamentais por trauma e outros motivos e não que o comportamento assexual sempre não será uma doença.

Eu não encaro a assexualidade como doença, mas comportamento semelhante ao assexual pode ser fruto de traumas.
Elucidar que essa possibilidade existe é importante.
Não se deve considerar o comportamento assexual como fruto só de uma orientação sexual, mas como comportamento adquirido com experiências.

Claro que, eu sou da opinião que se a pessoa mesmo tendo passado por traumas não tenha problema nenhum em estar assexual, ela tem essa opção de pesquisar mais a fundo sobre si mesma e se "curar" ou não.

Só acho que a frase " a assexualidade não é doença" é um pouco ambígua, pois como disse acima, há como uma pessoa estar assexual e não ser assexual. A assexualidade não é doença, mas o comportamento assexual pode ser, assim como pode não ser.

(e desculpe por me repetir, não consigo me explicar tão bem.)
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MensagemAssunto: Re: Aprovação de postagens para o blog   7/5/2014, 23:44

Felipe, pode ficar tranquilo porque acho que você se expressou muito bem, está correto em suas colocações e que está fazendo pontuações importantes. Porém, preciso também esclarecer um pouco melhor o que eu estava dizendo anteriormente.

Felipebf escreveu:
Eu não encaro a assexualidade como doença, mas comportamento semelhante ao assexual pode ser fruto de traumas.
Elucidar que essa possibilidade existe é importante.

Todos nós concordamos totalmente com você, tanto é que se você entrar no nosso FAQ (http://assexualidade.org/faq), poderá ver que boa parte das questões já respondidas procuram elucidar essa questão, pois não foram poucas as pessoas que já passaram aqui com sérios transtornos psicológicos achando que eram assexuais. Em mais de uma questão respondemos sobre a importância de se procurar um tratamento psicológico.

Mas entenda que esse FAQ que estamos trabalhando agora não é um FAQ para assexuais, mas sim um FAQ para os pais de assexuais. Uma coisa é colocar em um FAQ para assexuais que a assexualidade pode ser uma doença, e outra totalmente diferente é falar a mesma coisa com as mesmas palavras para os pais, mas por que isso? Vou citar minha experiência pessoal apenas como exemplo.

Os pais criam o filho para que ele se torne uma pessoa normal e seja aceito socialmente, via de regra, então normalmente é assustador ou mesmo confuso para os pais receber a notícia de que seu filho é assexual. Muitos buscam uma explicação, uma justificativa, um tratamento. Minha mãe mesmo passou meses se martirizando e buscando uma explicação para o meu "problema". Por causa dela fui em dois médicos, fiz vários exames de sangue e ainda fui em um psicanalista. O que deu? Nada.

Mas apesar de eu não ter tido nenhum problema, outra pessoa que acha que é assexual pode ter um problema, correto? Por isso que deixei claro no faq para os pais que a liberdade para busca de tratamento médico deve ser dada ao filho assexual, e já no faq para assexuais, o filho assexual pode ver que existem várias hipóteses em que seria realmente importante procurar tratamento e perceber que não existe tabu em relação à isso.

Estamos falando de FAQs diferentes para pessoas diferentes. Poder buscar tratamento para o assexual significará "Poder buscar tratamento", mas para um pai ou mãe de um assexual muito provavelmente a expressão seria entendida como "terá que buscar tratamento".

Felipebf escreveu:
Só acho que a frase " a assexualidade não é doença" é um pouco ambígua, pois como disse acima, há como uma pessoa estar assexual e não ser assexual. A assexualidade não é doença, mas o comportamento assexual pode ser, assim como pode não ser.

Mais uma vez recomendo a leitura do nossa FAQ, em que nós falamos um pouco dessas possibilidades, mas, nesse sentido, concordo que não deixamos isso tão claro. Aqui no fórum, sabemos que "assexualidade não ser doença" é uma coisa e que "assexual não ser doente" é outra coisa - com a licença para usar a palavra doença para o segundo caso, a qual não é nem um pouco adequada.

Isso é algo que valeria uma postagem no blog.
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MensagemAssunto: Re: Aprovação de postagens para o blog   8/5/2014, 21:03

Entendi agora Saulo.
No contexto que se propõe de explicar aos pais um pouco sobre assexualidade, expor que uma pessoa pode estar assexual e não ser assexual é algo que complicaria mais ainda no entendimento deles.

E como provavelmente os pais só chegarão a pesquisar este questionário após o filho ter se estudado de auto identificado assexual, em teoria não necessitaria uma explicação sobre patologias referentes a quadros comportamentais semelhantes.

Tudo certo então.  feliz bolo 
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MensagemAssunto: Re: Aprovação de postagens para o blog   9/5/2014, 17:14

OK sorrindo
Já conversei com Aline sobre os projetos para o FAQ postados anteriormente, mas, agora, voltemos aos projetos de postagem para o blog. Deem uma olhada e vejam o que pode ser alterado piscando

Citação :

Questionamentos que surgem após a descoberta da assexualidade

A pessoa descobre o termo “assexualidade” e, ao pesquisar sobre ele, finalmente entende a si mesma. É um grande alívio. Ela não está sozinha, existem outras pessoas como ela, e, por fim, ela poderá ficar em paz consigo mesma. Será?

Após a descoberta da assexualidade, deparamo-nos com uma grande quantidade de questionamentos. É extremamente comum ver relatos de assexuais na internet apresentando dúvidas sobre uma possível “legitimidade” da sua assexualidade. “Eu posso ser assexual se eu for assim?”. “Ainda que eu me sinta de determinada forma, eu posso ser assexual?”. Tentaremos tratar sobre esse assunto buscando contribuir com um melhor esclarecimento.

Masturbação

Principal causador de questionamentos, muitos assexuais, em um primeiro momento, temem que o fato de praticarem masturbação possa significar que eles não sejam assexuais.

Em pesquisa realizada na AVEN (Asexual Visibility and Education Network), 70% dos assexuais do sexo masculino e 60% do sexo feminino afirmaram se masturbarem. Ocorre que a masturbação para o assexual possui significado diferente da mesma prática para os sexuais, pois o sexual geralmente pratica a masturbação como uma forma de simulação da relação sexual com outra pessoa, diferente do assexual.

“Mas ver cenas de sexo podem me causar excitação, o que me leva à masturbação”. “Pensar em coisas sexuais podem me servir de estímulo à masturbação”. Apesar dessa realidade entre alguns assexuais, esses exemplos não “deslegitimam” a assexualidade dessas pessoas. Muitas vezes, o erotismo desse tipo de pensamento ou cena pode servir como ativador da libido – presente em muitos assexuais - que leva à excitação e, consequentemente, à masturbação. Mas isso não chega a fazer, via de regra, com que a prática da masturbação para o assexual ocorra como uma simulação de relação sexual com outrem.

Atração estética

“Eu consigo perceber e admirar de forma bastante intensa a aparência física de pessoas de mesmo sexo que o meu ou do sexo oposto. Mas se o assexual não sente atração sexual, então eu não posso ser assexual?”.

Para entender a assexualidade, é necessário desmembrar alguns conceitos que costumam funcionar de forma conjunta para os sexuais. Da mesma forma que a atração romântica e a atração sexual são coisas diferentes para nós, a atração estética também pode se manifestar por si mesma sem depender da atração sexual e, por isso, não faz com que uma pessoa deixe de ser assexual pelo simples fato de sentí-la.

Traumas e patologias

Ao ler que "a assexualidade não é doença", algumas pessoas que se identificam como assexuais e já vivenciaram determinadas situações traumáticas ou que possuem certas patologias ficam receosas com a sua identificação assexual. Uma pessoa autista não pode ser assexual? Uma pessoa que já sofreu estupro não pode ser assexual?

Qualquer resposta generalizada que nós déssemos estaria errada, pois cada caso é um caso e não nos cabe julgá-los de forma geral. Mas é importante ressaltar, para responder essa questão, que o fato da assexualidade não ser uma doença não significa que pessoas portadoras de patologias e traumas não possam ser assexuais.

Sexo

“Eu não tenho interesse nenhum na prática sexual com outras pessoas, mas, em algumas da vezes que fiz, acho que posso dizer que gostei. Não posso ser assexual?”.

Para responder essa pergunta, precisamos nos encaminhar para um último tópico:

Assexualidade é uma forma de identidade

Se você tentar encontrar uma base para o fato de você ser assexual na percepção da assexualidade que as outras pessoas possuem delas mesmas, questionamentos acerca da sua forma de identidade vão surgir, pois ninguém é igual a ninguém, logo, a sua percepção da assexualidade também não será igual à de ninguém.

Se você já se masturbou idealizando a prática sexual com outrem, ou mesmo se você já gostou de determinados momentos em que fez sexo, não necessariamente terá anulada a possibilidade de ser assexual, porquanto, além da existência da faixa cinza da sexualidade humana como estado intermediário entre a assexualidade e a sexualidade, não é o que você faz ou deixa de fazer que o torna assexual, mas sim o que você é. Não existe um diagnóstico ou mesmo um conjunto de características pré-determinadas para dizer se você é assexual ou não, pois assexualidade é como nós nos sentimos, como nós nos identificamos.


Última edição por Saulo em 12/5/2014, 07:55, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Aprovação de postagens para o blog   9/5/2014, 19:02

Saulo escreveu:
OK sorrindo
Já conversei com Aline sobre os projetos para o FAQ postados anteriormente, mas, agora, voltemos aos projetos de postagem para o blog. Deem uma olhada e veem o que pode ser alterado piscando

Citação :

Questionamentos que surgem após a descoberta da assexualidade

A pessoa descobre o termo “assexualidade” e, ao pesquisar sobre ele, finalmente entende a si mesma. É um grande alívio. Ela não está sozinha, existem outras pessoas como ela, e, por fim, ela poderá ficar em paz consigo mesma. Será?

Após a descoberta da assexualidade, deparamo-nos com uma grande quantidade de questionamentos. É extremamente comum ver relatos de assexuais na internet apresentando dúvidas sobre uma possível “legitimidade” da sua assexualidade. “Eu posso ser assexual se eu for assim?”. “Ainda que eu me sinta de determinada forma, eu posso ser assexual?”. Tentaremos tratar sobre esse assunto buscando contribuir com um melhor esclarecimento.

Masturbação

Principal causador de questionamentos, muitos assexuais, em um primeiro momento, temem que o fato de praticarem masturbação possa significar que eles não sejam assexuais.

Em pesquisa realizada na AVEN (Asexual Visibility and Education Network), 70% dos assexuais do sexo masculino e 60% do sexo feminino afirmaram se masturbarem. Ocorre que a masturbação para o assexual possui significado diferente da mesma prática para os sexuais, pois o sexual geralmente pratica a masturbação como uma forma de simulação da relação sexual com outra pessoa, diferente do assexual.

“Mas ver cenas de sexo podem me causar excitação, o que me leva à masturbação”. “Pensar em coisas sexuais podem me servir de estímulo à masturbação”. Apesar dessa realidade entre alguns assexuais, esses exemplos não “deslegitimam” a assexualidade dessas pessoas. Muitas vezes, o erotismo desse tipo de pensamento ou cena pode servir como ativador da libido – presente em muitos assexuais - que leva à excitação e, consequentemente, à masturbação. Mas isso não chega a fazer, via de regra, com que a prática da masturbação para o assexual ocorra como uma simulação de relação sexual com outrem.

Atração estética

“Eu consigo perceber e admirar de forma bastante intensa a aparência física de pessoas de mesmo sexo que o meu ou do sexo oposto. Mas se o assexual não sente atração sexual, então eu não posso ser assexual?”.

Para entender a assexualidade, é necessário desmembrar alguns conceitos que costumam funcionar de forma conjunta para os sexuais. Da mesma forma que a atração romântica e a atração sexual são coisas diferentes para nós, a atração estética também pode se manifestar por si mesma sem depender da atração sexual e, por isso, não faz com que uma pessoa deixe de ser assexual pelo simples fato de sentí-la.

Traumas e patologias

Ao ler que "a assexualidade não é doença", algumas pessoas que se identificam como assexuais e já vivenciaram determinadas situações traumáticas ou que possuem certas patologias ficam receosas com a sua identificação assexual. Uma pessoa autista não pode ser assexual? Uma pessoa que já sofreu estupro não pode ser assexual?

Qualquer resposta generalizada que nós déssemos estaria errada, pois cada caso é um caso e não nos cabe julgá-los de forma geral. Mas é importante ressaltar, para responder essa questão, que o fato da assexualidade não ser uma doença não significa que pessoas portadoras de patologias e traumas não possam ser assexuais.

Sexo

“Eu não tenho interesse nenhum na prática sexual com outras pessoas, mas, em algumas da vezes que fiz, acho que posso dizer que gostei. Não posso ser assexual?”.

Para responder essa pergunta, precisamos nos encaminhar para um último tópico:

Assexualidade é uma forma de identidade

Se você tentar encontrar uma base para o fato de você ser assexual na percepção da assexualidade que as outras pessoas possuem delas mesmas, questionamentos acerca da sua forma de identidade vão surgir, pois ninguém é igual a ninguém, logo, a sua percepção da assexualidade também não será igual à de ninguém.

Se você já se masturbou idealizando a prática sexual com outrem, ou mesmo se você já gostou de determinados momentos em que fez sexo, não necessariamente terá anulada a possibilidade de ser assexual, porquanto, além da existência da faixa cinza da sexualidade humana como estado intermediário entre a assexualidade e a sexualidade, não é o que você faz ou deixa de fazer que o torna assexual, mas sim o que você é. Não existe um diagnóstico ou mesmo um conjunto de características pré-determinadas para dizer se você é assexual ou não, pois assexualidade é como nós nos sentimos, como nós nos identificamos.



Gostei muito desse post me esclareceu algumas dúvidas  sorrindo , não acho que necessite de modificações.
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MensagemAssunto: Re: Aprovação de postagens para o blog   9/5/2014, 23:03

Que legal que pôde te ajudar, Emanuel sorrindo
Com mais aprovações, então, poderemos postar
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Pensamento Na escola da guerra e da vida: o que não me mata, só me torna mais forte - Friedrich

MensagemAssunto: Re: Aprovação de postagens para o blog   10/5/2014, 06:14

Gostei muito do post e penso que vai ser bastante útil. feliz Desde que me inscrevi no fórum que já vi, mais que uma vez, questões relacionadas com os tópicos mencionados e, assim sendo, será muito mais fácil caso alguém - principalmente, alguém novo - no fórum tenha as mesmas dúvidas, colocarmos o link e a pessoa fica logo esclarecida. 
Além disso, está muito bem escrito!  sorrindo 
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MensagemAssunto: Re: Aprovação de postagens para o blog   12/5/2014, 07:54

Dream Catcher Louis escreveu:
Gostei muito do post e penso que vai ser bastante útil. feliz Desde que me inscrevi no fórum que já vi, mais que uma vez, questões relacionadas com os tópicos mencionados e, assim sendo, será muito mais fácil caso alguém - principalmente, alguém novo - no fórum tenha as mesmas dúvidas, colocarmos o link e a pessoa fica logo esclarecida. 
Além disso, está muito bem escrito!  sorrindo 

Obrigado feliz

E acho que com mais uma ou duas aprovações, nós já podemos postar, né?
Lembrando que esse procedimento é realizado para que problemas sejam identificados e corrigidos. Por isso, se alguém identificar algo, pode falar sorrindo
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